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Banco de Couro
Agora você pode colocar banco de couro na própria concessionária, idêntico ao original, com custo menor que voce pensa.
Indicador de acabamento de alto luxo dos automóveis no passado, a aplicação do couro natural no revestimento do interior dos carros está gradativamente conquistando novos adeptos. Com a difusão de novas tecnologias e maior consumo, os preços já não são tão proibitivos como no passado. Hoje, as empresas que atuam fora da linha de montagem original das fábricas oferecem o mesmo nível de qualidade com um enorme diferencial: os preços são bem mais atraentes. Mas o fator que vem ajudando a aumentar o número de usuários são as vantagens desse produto diante do tecido convencional. “Como não acumula sujeira nem poeira, o couro deixa o interior dos carros muito mais higiênicos”.
Outro fator positivo é que o couro valoriza comercialmente o veículo por conta do acabamento interno mais sofisticado. E como é mais fácil limpar, o revestimento dos bancos com couro facilita a vida de quem transporta crianças e animais. A durabilidade é outro fator que agrega satisfação a quem faz essa opção. Enquanto nos bancos revestidos com tecido a queda de uma brasa de cigarro representa um enorme aborrecimento ao dono do carro, nos bancos com couro isso não ocorre, pois a brasa não chega a danificar o couro. “Os tecidos absorvem facilmente a nicotina do cigarro deixando o interior com odor desagradável. Com o couro isso não acontece”.
Antes de fechar o orçamento é preciso saber que tipo de material está sendo considerado na composição do preço. Isso porque existe no mercado a oferta do couro sintético (também conhecido como ecológico), que custa em média 35% mais barato. Quando novo, esse material tem a mesma semelhança do couro natural automotivo, mas não a mesma durabilidade e resistência. Por isso, essa é uma informação importante para quem está optando por revestir os bancos. Fique atento pois muitas lojas costumam misturar os dois materiais. “O couro sintético, além de durar menos, absorve mais calor, sofre queimaduras e enruga, assim como plástico”, avisa Perrone. Marcos Santos concorda e acrescenta que em dois anos o couro sintético sofrerá despigmentação e ainda alerta para o fato do couro automotivo ser diferente do couro usado em mobiliário.
Pergunte para seu vendedor.
Fonte: autoinforme.com.br |